Abram alas para o senhor Mãe

Os pais que trabalham estão a dar mais importância às suas obrigações familiares, e as empresas precisam de reagir a esta mudança na sociedade. Saiba como na edição de Novembro da Human Resources.

Por Matt Palmquist

No seu livro de 1956 “The Organization Man”, William H. Whyte descreveu os profissionais masculinos em termos quase monásticos – os que «deixaram os seus lares, espírita e fisicamente, para se dedicarem à vida organizacional». Contudo, muito mudou desde a era do “Organization Man”. As mulheres agora perfazem mais de metade da mão-de-obra, o número de casais em que ambos trabalham está em ascensão, e os estereótipos de género transformaram-se, à medida que mais pais trabalhadores procuram partilhar responsabilidades na altura de criar os filhos.

Posto isto, várias provas sugerem que as definições tradicionais dos estereótipos de género persistem, e as empresas, na maior parte, ainda esperam que os seus colaboradores se concentrem totalmente nos seus deveres profissionais, apesar das obrigações parentais. Todavia, em comparação com as inúmeras pesquisas sobre os desafios que enfrentam as mães que trabalham, é dada pouca atenção à forma como os pais profissionais conciliam os papéis de colaborador e pai – e se as suas empresas ajudam ou prejudicam os seus esforços para atingirem o equilíbrio certo.

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