Caderno Especial: Gestão de Talento

Conheça na edição de Março, as melhores práticas da Cegoc e da Ikea na área da Gestão de Talento.

Caso Cegoc

«A polémica em torno das questões da inclusão e da diversidade em Hollywood, inicialmente denunciadas pela hashtag OscarsSoWhite e mais tarde inflamadas pelo movimento Black Lives Matter, tem, no contexto da Gestão de Talento em Portugal, mais proximidade com a nossa realidade empresarial, porventura menos glamorosa do que a dos membros da Academia, do que a maioria de nós quererá, a priori, admitir. Se a temática da Gestão de Talento capta, desde logo, o nosso imaginário colectivo e o remete para um tabuleiro onde se assume cada jogada como de importância estratégica, já a inclusão e a diversidade ou, no caso dos não nomeados deste ano, a falta delas, são vistas frequentemente como temas paralelos de importância relativa, possivelmente mais apropriados para um debate menor do que para uma profunda reflexão estratégica.» (Ricardo Martins, director-geral da Cegoc)

Caso Ikea

«Contribuir de forma positiva e dinâmica para a construção de algo é o mote dos colaboradores da IKEA em Portugal. Falamos de um universo de mais de três mil talentos distribuídos por quatro lojas IKEA (Alfragide, Loures, Matosinhos, Braga), um centro comercial (MAR Shopping, em Matosinhos) e três fábricas (IKEA Industry, em Paços de Ferreira). «Na IKEA, todas as pessoas podem crescer de forma diferente. Para além da progressão tradicional, promovemos também o crescimento lateral, a nível local e internacional, considerando os interesses, expectativas e aspirações de cada colaborador», partilha Cláudio Valente, que assumiu a direcção de Recursos Humanos da IKEA Portugal há três meses, mas desde 2011 que faz parte da casa, assumindo funções na divisão de RH de vários países.

Leia os casos na íntegra na edição de Março da Human Resources.

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