Da merito(cracia) à potencial(cracia)

Na L’Oréal, mais do que a meritocracia, defende-se e acredita-se no potencial de acelerar carreiras. Inês Caldeira, country general manager da multinacional francesa de cosméticos em Portugal, explicou o porquê no encerramento da XII Conferência Human Resources.
Numa intervenção que intitulou de «É sempre possível», Inês Caldeira partilhou o razão do ênfase no potencial – baseado na visão, liderança e ambição do colaborador -, em vez de na meritocracia – baseada nos resultados, competências e provas, sublinhando não obstante a importância de conjugar os dois.

Neste equilíbrio, salientou o papel do líder e revelou o que na L’Oréal se lhes exige: saber detectar talento; capacidade de liderar e pemitir o erro; correr riscos; investir no HR manager; assumir e explicar as escolhas feitas; assumir erros e dificuldades e ter agilidade.

Inês Caldeira distinguiu ainda entre o que habitualmente é esperado dos “líderes inscríveis” e das equipas, e aquilo que é prática na empresa que lidera em Portugal. Destacou, nos líderes, a capacidade de adaptação e de inspirar, de lidar com a incerteza, a ética e a transparência, a autenticidade e a loucura. Nas equipas, enfatizou o desejo de aprender e de ensinar, de serem early adopters e agentes de mudança.

Na opinião da responsável, cada um é responsável pela construção do seu caminho, sendo a tomada de riscos fundamental. «Não é só o bom que somos, é o que que queremos ser», sublinhou.

Conheça a intervenção de Inês Caldeia na íntegra, na edição de Janeiro de 2017 da Human Resources.

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