Qual o motor da felicidade numa organização?

A maioria aponta a chefia e o tipo de liderança como o que mais contribui para gerar felicidade nos colaboradores. Seguido do ambiente de trabalho, da identificação com os valores da organização, da função que desempenha, da remuneração e do package de benefícios associados, das relações com os colegas e do sentimento de integração na organização.

Por TitiAna Amorim Barroso

 

Para além do que mais contribui para gerar felicidade nos colaboradores no universo laboral, os temas em destaque do VIII Barómetro Human Resources são o nível de motivação dos colaboradores no país, as áreas que vão trazer mais desafios dentro das organizações, a importância que o Gestor de Pessoas vai assumir no futuro, como vai evoluir a sua função e qual o impacto nas organizações do anúncio por parte do Governo do aumento do número de dias de licença de parentalidade.

O Barómetro Human Resources vai na sua 8.ª edição, lançado em Setembro de 2016, com o objectivo de aferir tendências para o sector em Portugal. Desde a primeira edição que desafia, todos os meses, mais de uma centena de gestores a responder às evoluções do emprego em Portugal, dos salários reais nas empresas e às oscilações no número de colaboradores nas empresas inquiridas.

O painel do Barómetro Human Resources Portugal é constituído por cerca de 150 profissionais, sendo 75% directores de Pessoas, 10% presidentes/ chief executives officers (CEOs) e 15% directores de Marca/ Comunicação e/ ou Marketing.

Pode ler o artigo na íntegra na edição de Maio, com os testemunhos de Ana Sofia Portela, partner da Neves de Almeida | HR Consulting; Carlos Rodrigues, director de Recursos Humanos da Samsung Portugal; ClaraTrindade, directora de Recursos Humanos da L’Oréal Portugal; Susana Gomes, directora de RH do Popular.

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