Uma empresa de pessoas ao serviço de pessoas

Partners. É assim que todos os colaboradores são tratados na Starbucks pois são considerados parte essencial do negócio. Conseguir manter o seu compromisso com a empresa e fazê-los crescer, gerindo as suas necessidades e expectativas, é o maior desafio de Catarina Branquinho, HR manager na Starbucks Coffee Portugal.

Por Ana Leonor Martins | Fotos: Sérgio Miguel

 

A Starbucks existe desde 1971, tendo lançado a sua primeira loja em Seatle. Em Portugal surgiria só quase 40 anos depois. Quando Catarina Branquinho integrou a Starbucks, em 2007, não existiam lojas em Portugal. Foram contratados apenas mais dois colegas – um Store Development manager e o Operations director – para preparar a abertura do mercado no país. Hoje, existem 11 lojas e um total de cerca de 180 colaboradores. A directora de Recursos Humanos fala dos desafios da altura, dos desafios actuais e do que diferencia esta multinacional de cafetarias.

 

É directora de Recursos Humanos da Starbucks desde Dezembro de 2007. Que balanço faz destes quase 10 anos?

Têm sido 10 anos de desafios constantes, de grande crescimento e muitas alegrias. Passaram a correr. Quando analiso o que alcançámos e implementámos, sinto-me mesmo feliz. E mais feliz ainda por saber que existem muito mais oportunidades, projectos e a possibilidade de, em conjunto com toda a equipa, fazer mais e melhor.

 

Como surgiu essa oportunidade? Na altura estava no sector automóvel…

Surgiu através de uma empresa de head hunting. Estava muito satisfeita na Daimler mas nas diferentes fases da entrevista fui ficando a conhecer a marca, a sua cultura e, acima de tudo, as pessoas, e fiquei completamente apaixonada.

 

Quais eram os seus principais desafios quando entrou na Starbucks?

Iniciar o mercado. Não existia nada. Lembro-me inclusive de necessitar de um carimbo e ter que ir fazê-lo. Mas o maior desafio foi encontrar as pessoas certas, com a cultura adequada à nossa marca. Muitas pessoas não conheciam a Starbucks e ficavam um pouco desconfiadas quando falava sobre a preocupação com as pessoas, a formação constante e a possibilidade de crescimento.

Leia a entrevista na íntegra na edição de Setembro da Human Resources.

 

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