Quase metade dos portugueses espera um aumento em seis meses

Cerca de 49,2% dos Portugueses acredita que vai ter um aumento salarial nos próximos seis meses e 45% das pessoas desempregadas ou à procura de novo desafio profissional estão confiantes de que encontrarão um emprego em menos de três meses. Estas são as conclusões de uma avaliação ao mercado laboral de Portugal, feita pela Michael Page.

 

O índice de Confiança Laboral da Michael Page do terceiro trimestre de 2017 baseia-se em entrevistas realizadas a 640 candidatos, das quais 418 estão empregados e 222 desempregados. Neste âmbito, a Michael Page desenvolveu uma ferramenta online que agrega a informação do índice e fornece mais conclusões complementares, bem como a possibilidade de comparar dados entre países.

«Esta avaliação regular do mercado de trabalho permite-nos retirar informação muito válida sobre as necessidades e desejos dos candidatos activos no mercado laboral», sublinha Pedro Borges Caroço, senior manager da Michael Page Portugal, exemplificando: «É muito interessante saber que 51,9% dos inquiridos acredita que o mercado de trabalho melhorará nos próximos seis meses, principalmente se compararmos com o mesmo período do ano passado em que esta percentagem era apenas de 40%. Em parte, significa que o entusiasmo e a motivação de quem procura trabalho está em níveis mais elevados e, eventualmente, este facto poderá aumentar também a produtividade».

 

Condições e expectativas profissionais

Apesar de os resultados parecerem demonstrar algum optimismo generalizado, ficam aquém dos valores registados no terceiro trimestre do ano passado, quando a expectativa de aumento salarial era de 55%. De acordo com este índice, 51,9% acredita que o mercado de trabalho melhorará nos próximos seis meses, uma subida considerável se compararmos com os 40% do ano passado.

Há três áreas em específico que indicam como principais para a melhoria deste estado de espírito para o próximo ano: o desenvolvimento de competências que motiva 60,9% dos candidatos, a execução de novas funções, apontada por 48,8% dos inquiridos e a possibilidade de promoção na carreira, em 46,6% dos casos.

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