Microsoft Portugal e CCISP promovem qualificações digitais dos alunos

A Microsoft Portugal e o Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP) assinaram ontem, 5 de Dezembro, um protocolo de parceria para o alargamento da rede de Academias Microsoft a todas as instituições de ensino superior politécnico em Portugal.

 

Este protocolo visa contribuir para o aumento, a curto prazo, do número de alunos que saem destas instituições com competências e qualificações digitais acrescidas, estando assim melhor preparados para ingressar o mercado de trabalho.

O memorando, agora assinado, destina-se a estudantes de todas as áreas – tecnológicas e não tecnológicas. No primeiro caso, visa dotar os alunos de competências avançadas, especializações tecnológicas e certificações mundialmente reconhecidas.

Para os estudantes de áreas não tecnológicas, o objectivo é dotá-los de competências e qualificações digitais básicas, mais vocacionadas para uma melhor preparação para o mercado de trabalho – em que a transformação digital é uma realidade -, princípios de literacia digital, e competências básicas e avançadas na óptica do utilizador, em especial na área das aplicações de produtividade (p.ex. Excel, Powerpoint, Word, etc).

No âmbito do protocolo, a Microsoft Portugal apoia a implementação do projecto nas Academias, oferecendo formação aos responsáveis de cada uma das instituições, garantindo um “kit” Academia com material de marketing para o rebranding das salas afectas ao projecto, apoiando a definição das prioridades de formação e certificação em função das áreas de formação dos estudantes e dos níveis de ensino (TESPs, Licenciatura ou Mestrado), promovendo competições entre os alunos/academias e apoiando especializações em IT, com forte aposta na formação em tecnologias Cloud.

A Microsoft disponibiliza-se ainda para facilitar o contacto entre as Academias e o seu ecossistema de parceiros (actualmente mais de 2.600), garantindo uma convergência entre as necessidades de recrutamento das empresas de IT e os cursos/certificações a apostar, promovendo a empregabilidade dos alunos.

«A formação específica no plano das competências digitais está intrinsecamente relacionada com a necessidade de alargar a base social do ensino superior com as estratégias de qualificação dos portugueses. Em 2025 a maioria dos postos de trabalho exigirá formação superior e /ou especialização técnica, sendo que neste preciso momento cerca de 70 milhões de cidadãos europeias carecem ainda de competências adequadas de leitura e de escrita», referiu Maria Fernanda Rollo, secretária de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

O Protocolo enquadra-se no eixo da Especialização da iniciativa INCoDe.2030 e tem como objectivo a certificação de, pelo menos, 55% dos alunos do Ensino Politécnico até 2020 – 15 a 20 mil alunos com certificações MOS, e até 3 mil alunos com certificações MTA – valores por ano.

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