Parceiro estratégico de negócio

É assim, como parceiro de negócio, que os Recursos Humanos são encarados na MSD Portugal. Liderados por Filipa Figueira, actuam como agente de mudança e elemento estratégico para o sucesso da organização.

 

Por Ana Leonor Martins | Fotos Nuno Carrancho

 

Em Junho de 2016, Filipa Figueira assumiu a direcção de Recursos Humanos da MSD em Portugal, que conta com cerca de 300 colaboradores. Estava na Novartis há cerca de cinco anos quando surgiu o convite deste importante player do sector da saúde e da indústria farmacêutica, que representou uma evolução natural do seu percurso. E é neste sector que Filipa Figueira tem desenvolvido o seu sentido de propósito, entendendo a missão de contribuir para um mundo melhor como algo de enorme relevância.
O que a fez aceitar o convite para liderar dos Recursos Humanos da MSD Portugal? 
Para quem, como eu, tem paixão pela área de Pessoas e pelo sector da saúde e da indústria farmacêutica, fez todo o sentido a oportunidade e o tempo em que o convite se concretizou, bem como os desafios colocados pela função e pela organização. Conhecer as pessoas extraordinárias que dedicam o seu contributo profissional a ajudar outros, apoiar todos os colaboradores a crescerem, desenvolverem-se e a atingirem o seu potencial máximo, e criar uma cultura organizacional onde todos se sintam valorizados, respeitados e ouvidos, são exemplos de actividades em que procuro continuamente contribuir. Por outro lado, actuo como parceira estratégica do negócio, potenciando o papel dos Recursos Humanos enquanto agente de mudança e como parte da estratégia da companhia no alcance do sucesso do negócio.
O que mais a surpreendeu na MSD? 
A calorosa recepção que tive, aos mais diversos níveis da organização: desde toda a equipa de direcção, até à minha chefia, que se encontra em Espanha, passando pela equipa funcional de Recursos Humanos em Portugal e Espanha, bem como por todos os colegas de várias áreas. Depois, é uma empresa com foco na inovação, dinâmica e feita de pessoas com um enorme orgulho na sua actividade e na missão desta companhia de salvar e melhorar vidas.
Quais os principais desafios com que se deparou e que objectivos se propôs atingir? 
Foram vários os desafios como é inerente a qualquer integração numa empresa desta dimensão. A nível pessoal, procurei rapidamente uma integração com as diferentes áreas e funções e, sobretudo, algo que me parece fundamental: conhecer as pessoas. De forma complementar, surgiram os projectos a que rapidamente foi preciso dar resposta, como o lançamento do survey interno Voice of Employee, que permitiu criar uma base actual em termos de avaliação de clima e oportunidades identificadas pelos colaboradores. Destaco ainda como desafio crítico inicial o acompanhamento do processo de cisão da SPMSD (joint venture entre MSD e Sanofi Pasteur dedicada às vacinas) em que tivemos oportunidade de integrar o portefólio MSD de vacinas na MSD Portugal, surgindo a oportunidade de criar uma nova franchise de negócio.
Outra prioridade foi entender os desafios futuros de negócios, que exigências se colocam e como podemos continuar a consolidar as boas práticas e desenhar soluções para necessidades futuras. Sinto que temos evoluído de forma muito ágil nas áreas de foco a que nos propomos.
O nosso posicionamento é naturalmente como parceiros estratégicos de negócio, fomentando uma cultura de crescimento e desenvolvimento. Estamos focados no modelo de “Evolução de HR”, que se encontra em transformação, e em posicionar a MSD como melhor empresa para trabalhar.

 

Leia a entrevista na íntegra na edição de Dezembro da Human Resources Portugal.

 

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