Polímatas vão ser os profissionais mais procurados na Era digital

A Deusto Business School e a empresa de inovação 3M apresentaram um estudo para entender o fenómeno que leva o génio humano aos seus níveis mais elevados, e porque vai voltar a brilhar na era digital, a polimatia.

 

A polimatia é a sabedoria que engloba conhecimentos em diversas áreas, sem unidade entre si, que podem ser de campos tão diversos como as artes, as ciências, os negócios, o desporto, a tecnologia ou as humanidades.

A mudança tecnológica e a concorrência global geram mais incentivos do que nunca para inovar e a economia digital é um terreno fértil para que o polímata desenvolva todo o seu talento, pois uma mente habituada a questionar constantemente a realidade com facilidade para a aprendizagem e capacidade para encontrar soluções imaginativas, é especialmente útil em novos cenários.

Neste contexto, os trabalhadores mais valiosos do futuro não serão os melhores engenheiros ou programadores, serão os polímatas, pessoas com grandes conhecimentos técnicos, mas também capazes de compreender as necessidades da empresa e dos seus clientes. A razão é que o êxito empresarial é determinado não tanto pelo grau de sofisticação tecnológica dos desenvolvimentos, mas sim, pela sua adaptação à vida das pessoas.

Na opinião de Francisco González-Bree, professor de inovação da Deusto Business School e co-autor do estudo, afirma que a inovação «requer um aprofundamento do chamado “efeito Medici”, que procura inovações nas intersecções de sectores e disciplinas».
Pode descarregar o estudo completo (em espanhol) aqui.

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