Criar, inovar, desenvolver e influenciar

 

Ao longo da sua carreira, Elsa Carvalho tem valorizado o potencial para criar, inovar, desenvolver e influenciar. É isso que, como directora de Recursos Humanos, tem feito na REN,  procurando assegurar que a gestão do capital humano está alinhada com os objectivos estratégicos e com a missão da empresa.

 

Por Ana Leonor Martins | Fotos Nuno Carrancho

 

Elsa Carvalho foi premiada com bronze na categoria de “Executiva do Ano na Europa, Médio Oriente e África” nos Stevie Awards Women in Business, tornando-se na primeira executiva portuguesa a ser distinguida por estes prémios internacionais.  Deste que integrou a REN em Abril de 2010, a empresa passou por fases importantes na sua história. Em 2012 foi a primeira fase de privatização, em 2014 a conclusão do processo. Garante que «têm sido anos muito intensos e gratificantes. Os desafios têm sido constantes e a REN mudou muito nos últimos anos, impulsionada por factores internos e externos. Temos adoptado um posicionamento pro-activo face as mudanças, e fazer parte de uma empresa com forte significado para as pessoas, país e com impacto na totalidade dos sectores da economia tem sido um privilégio», garante.

 

Como surgiu a oportunidade de integrar a REN? Na altura estava no sector automóvel…

Foi através de um processo de executive search. A confiança demonstrada pela equipa de gestão, a autonomia da função com capacidade de fazer um projecto de raiz, associado ao forte desafio que constitua o processo de transformação da REN, levaram-me a aceitar o desafio.

 

Ainda se lembra que tipo de empresa encontrou e o que mais a fascinou?

Encontrei uma equipa de excelência, altamente competente, com um nível de expertise técnico único, uma equipa forte do ponto de vista individual e colectivo, com orgulho em pertencer a uma empresa que presta um serviço publico fundamental; encontrei profissionalismo e um potencial de desenvolvimento incrível; e encontrei também uma oportunidade para criar e desenvolver políticas e processos de raiz.

Acreditar que a REN podia ser uma empresa ainda mais diferenciadora, com uma proposta de valor única e atractiva para os diferentes stakeholders, e ter a oportunidade e capacidade para fazer parte desse projecto desde o inicio, fascinou-me.

 

Leia a entrevista na íntegra na edição de Janeiro da Human Resources Portugal.

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