30 testemunhos sobre a importância estratégica da Gestão de Pessoas

Prestes a cumprir nove anos desde que lançou o número um, a Human Resources chega à sua centésima edição. Motivo mais do que suficiente para comemorar, dando a palavra aos “actores” que têm contribuído para a evolução da Gestão de Pessoas em Portugal, de CEOs a directores de Recursos Humanos, passando ainda pela Academia.

Por Ana Leonor Martins

 

Em 100 números, foram muitos os temas abordados, e muitos de forma pioneira, antevendo tendências no que à Gestão de Pessoas diz respeito. Mas, de lá para cá, o que mudou? Qual o caminho e que evolução tem sido feita neste âmbito, nos últimos anos? E qual é, afinal, a importância que as pessoas, no geral, e a Gestão de Pessoas, em particular, assumem actualmente no negócio.

Na primeira edição da Human Resources, que foi para as bancas a Junho de 2010, o tema de capa era sobre «Por que não chegam os directores de Recursos Humanos ao topo». CEO’s, académicos e os próprios directores de Recursos Humanos procuraram dar resposta à pergunta, e, em Novembro de 2016 retomámos o tema, sendo que, de acordo com um artigo do MIT Sloan Management Review, na altura, não existia um único CEO na lista FTSE 100 com formação em Recursos Humanos. E a verdade é que, passados quase nove anos da Human Resources ter feito a pergunta, a mesma contínua actual. Mas os especialistas que ouvimos nesta edição comemorativa garantem que a evolução do papel estratégico desta área é notória e inegável.

Tal como o contexto em que vivemos, também a Gestão de Pessoas se foi tornando mais complexa. A inevitável e cada vez mais presente transformação digital e a entrada de novas gerações no mercado de trabalho têm contribuído para uma crescente “imposição” de novas formas de trabalho. O próprio conceito de trabalho e de carreira parece estar a mudar.

É curioso notar que temas que hoje estão na ordem do dia como, por exemplo a influência que as novas gerações têm na forma de encarar o trabalho e a relevância que a gestão multigeracional assume nas gerações já tinha feito capa na Human Resources em 2010. Já na altura nos perguntávamos se as empresas estavam preparadas para receber a Geração Z. Três anos depois voltámos a centrar atenções na gestão multigeracional e constata-se que pôr as diferentes gerações a cooperar ainda continua a ser uma prioridade, e um dilema, nas organizações.

Associado a este tema, e um dos mais prementes actualmente, sendo identificado como um dos maiores desafios dos gestores de pessas, está a “guerra” pelo talento. Provavelmente, nunca como hoje as empresas tiveram tanta dificuldade, e foi tão importante, atrair e reter talento, mas em Abril de 2011 já alertávamos para esta realidade, à qual, o ano passado, demos destaque na XV Conferência Human Resources.

Leia o artigo na íntegra na edição de Março da Human Resources e fique a conhecer as reflexões de:

– André Pires, Grupo Multipessoal
– António Henriques, Grupo CH
– Carla Gouveia, Korn Ferry
– Carlos Gomes da Silva, Galp
– Carlos Ribas, Bosch
– Catarina Horta, Novo Banco
– Catarina Tendeiro, Grupo Ageas
– Cátia Martins, L’Oréal
– Clara Raposo, ISEG
– Cristina Campos, Novartis
– Daniel Traça, Nova SBE
– Diogo Alarcão, Mercer
– Elsa Carvalho, REN
– Fernando Neves de Almeida, Boyden
– Gonçalo Barral, Essilor
– Inês Veloso, Randstad
– João Zúquete da Silva, Altice
– José Miguel Leonardo, Randstad
– José Subtil, Deloitte
– Luís Sítima, Grupo Odgers Berndtson
– Nelson Pires, Jaba Recordati
– Nuno Ferreira Morgado, PLMJ Advogados
– Paulo Teixeira, Pfizer
– Pedro Ramos, TAP
– Pedro Raposo, Banco de Portugal
– Ricardo Nunes, Novabase
– Rita Baptista, OGMA
– Rui Miguel Nabeiro, Grupo Nabeiro – Delta Cafés
– Sofia Salgado Pinto, Católica Porto Business School
– Vasco Antunes Pereira, Lusíadas Saúde

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