As necessidades de Formação!

Ricardo Florêncio

Director da Revista HR Portugal

Editorial publicado na edição de Abril de 2015 da revista HR Portugal

É uma das primeiras áreas a sofrer quando as empresas sentem alguns soluços. É profundamente errado, e todos têm conhecimento e certeza desse facto, mas é recorrente cair nesse erro.

É imperioso que as empresas continuem a apetrechar e a enriquecer os seus quadros com uma contínua formação, que para uns é um processo de aprendizagem, para outros de reciclagem. Todavia é sempre uma lufada de ar fresco, para o atropelo com que vivemos continuamente nas nossas empresas. Embora saibamos também que é profundamente errado, o rolo compressor do dia-a-dia impede-nos muitas vezes de fazer o que devemos fazer e obriga-nos a fazer o que temos de fazer, que são coisas muito diferentes. Contudo, as empresas também têm de mudar o conceito de formação. Formação por formação faz sempre lembrar a mudança por mudança. Ou seja, para que serve? Os conceitos e modelos de formação têm de ser alterados. Têm de ter mais contextualização. Efeitos práticos imediatos. Os formandos têm de ser os primeiros e principais interessados, mas, para tal, têm de perceber imediatamente que vão sair valorizados dos processos de formação. O conceito de partilha de experiências tem de ser alargado. Desejam perceber e entender como se fez, porque se tomaram aquelas opções, quais os resultados, situações reais e não empíricas. A oferta do lado das entidades, universidades e empresas, que fornecem este tipo de serviços tem de estar em constante inovação e actualização e não agarrada a modelos do passado. Só assim terão sucesso e vingarão!

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