Caderno Especial: Academias de Formação

Como podem as universidades corporativas evoluir, seja por si ou aliando-se a escolas de negócio, e como podem as empresas maximizar o impacto – e lucro – da formação interna? 

 

Embora o paradigma não seja novo, só em anos mais recentes é que a ideia de que as empresas podiam ter ofertas de formação internas que suplantassem as das escolas de negócios tradicionais começou a ser levada a sério. Segundo alguns especialistas, as universidades corporativas são melhores do que os percursos académicos por apresentarem programas focados nas estratégias que os directores executivos precisam.

Phil Parker, professor catedrático em Management Science director do programa Business Strategy for HR Leaders na escola de negócios internacional INSEAD, tem outra perspectiva.  O professor prevê um futuro em que a tecnologia e o digital permitem às escolas de negócios e às universidades corporativas trabalharem em conjunto, e expandirem-se, com um alcance combinado nunca antes visto.

O conceito que Phil Parker chama de “educação da cadeia de valor” emergiu no momento em que as universidades corporativas estão sob crescente pressão para provar o seu valor económico. A maneira mais simples de gerar receita para uma universidade corporativa é abrir as suas portas para clientes que paguem, para lá das paredes da empresa. Actualmente, mesmo para as que procuram monetizar-se, são uma fonte de rendimento baixa, mas o potencial do mercado é muito mais vasto.

Ao formar parcerias com escolas de negócios, as universidades corporativas servem um propósito duplo: ajudar o processo de externalizar os providenciadores das universidades corporativas, enquanto dão um ar académico aos seus programas.

Leia o artigo na íntegra na edição de Fevereiro da Human Resources Portugal e conheça os seguintes casos práticos:

Consulting House: Pode uma academia de formação low cost ter elevado retorno? 

Num mundo onde o low cost, o freepium e o simplesmente grátis penetram cada vez mais modelos de negócio de todos os sectores, fomos falar com Ricardo Vargas, chief executive officer (CEO) da Consulting House, para saber como avaliar o retorno das academias de formação no negócio dos clientes.

FLAG: Incentivo ao saber fazer 

Porque o mercado evolui a um ritmo alucinante, a FLAG aposta na inovação constante, sempre de acordo com as necessidades reais que vão surgindo, e apostando em formatos que incentivam o saber fazer.

Galileu: Potenciar a mudança nas organizações 

Consciente que o mercado está em constante mudança, a Galileu pretende continuar a disponibilizar conteúdos actuais e relevantes para as organizações. E poder ser mais um agente potenciador da mudança nas organizações.

GALP: [email protected]

Oito anos após a sua criação, a Academia Galp encontra-se em fase de evolução, para permitir uma aprendizagem ágil, que desenvolva competências diferenciadoras e com impacto verdadeiramente transformacional.

Milestone Consulting: Capitalizar o Conhecimento 

Em 2016, a Milestone apostou na criação de uma academia própria. Atrair e desenvolver talento ajustado às necessidades presentes e futuras da consultora é um dos objectivos.

Talenter: No centro da mudança de paradigmas

Criada em 2010, a Talenter Academy responde à procura do mercado, inclusive na Hotelaria e Turismo, que enfrenta grandes mudanças na procura do melhor talento.

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