CCISP tem novo presidente

Pedro Dominguinhos toma hoje posse como presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP).

 

O presidente do Politécnico de Setúbal foi eleito no passado dia 2 de Maio em reunião plenária, por unanimidade. É doutorado em Gestão pelo Instituto Superior de Economia e Gestão (UL), e é presidente do Instituto Politécnico de Setúbal desde Abril de 2014. Era o vice-presidente do CCISP desde Dezembro de 2016.

O Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos é o órgão de co-representação dos 15 politécnicos públicos e cinco escolas politécnicas públicas não integradas, estando também representadas neste órgão as universidades dos Açores, Algarve, Aveiro, Évora e Madeira.

Entre as suas competências, cabe ao CCISP colaborar na formulação das políticas nacionais de educação, ciência e cultura, pronunciar-se sobre matérias relacionadas com o sistema de ensino superior politécnico público, tanto no plano legislativo como orçamental, contribuir para o desenvolvimento do ensino, investigação e cultura, e para a dignificação das instituições de ensino superior politécnico e dos seus agentes, bem como para o estreitamento das ligações com organismos nacionais e estrangeiros.

Tomou posse hoje, na Biblioteca José Saramago, do Politécnico de Leiria, numa cerimónia que contou com a presença do ministro  da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor.

O novo presidente destacou três áreas essenciais de actuação para a obtenção de resultados mais visíveis e de maior impacto para a sociedade. A primeira relacionada com o financiamento, «seria importante chegarmos a um nível de financiamento, para o Ensino Superior, semelhante ao da média da OCDE».

A segunda no que refere à contratação pública no sentido de «nunca as IES geriram tantos projectos e de montantes tão elevados, angariados através de financiamento competitivo, essenciais para o desenvolvimento do conhecimento, da sociedade e para a sustentabilidade financeira das mesmas». Pedro Dominguinhos, neste capítulo, manifestou a sua preocupação em relação à «excessiva carga burocrática associada ao processo de contratação pública».

Por fim, referiu a autonomia das instituições salientando que as Instituições Politécnicas «têm conseguido responder aos desafios num quadro de redução do financiamento público». Sublinhou que «está na hora do país lhes reconhecer a maturidade e os elevados contributos que têm prestado, garantindo-lhe as condições legais necessárias para poderem desempenhar a sua missão».

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