easyJet quer que 20% dos pilotos sejam mulheres em 2020

Um estudo da easyJet, realizado junto de dois mil pais e crianças britânicas com idades entre os seis e 16 anos, revela que 27% das raparigas consideraria uma carreira como piloto.

 

Mais de metade (51%) das crianças consideram que as suas escolhas de carreira são condicionadas pelas ideias de empregos tradicionalmente destinados a homens e mulheres. O mesmo verifica-se com 66% dos pais inquiridos.

Recorde-se que a companhia aérea inglesa quer aumentar o número de pilotos do sexo feminino, tendo fixado como objectivo ter 20% de mulheres piloto em 2020. Segundo a easyJet, o número de mulheres admitidas na low cost aumentou para 15% em 2017.

«Queremos que os nossos funcionários reflictam a diversidade dos clientes que transportamos e as comunidades nas quais operamos, incentivando mais raparigas e mulheres a assumirem essa carreira. Estou muito satisfeito por estarmos no caminho certo para o alcançar o nosso objetivo», congratula-se David Morgan, director de operações da easyJet, citado em comunicado.

A mesma nota lembra que estão abertas as inscrições para o programa Generation Piloto easyJet. Os pilotos aspirantes devem ter, pelo menos, 17 anos para se candidatarem e 18 anos para iniciarem os treinos, ser fluentes em inglês (verbal e escrito) e manter um mínimo de cinco GCSEs (ou equivalente), grau C ou superior, incluindo matemática, ciências e inglês.

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