Políticas de RH para promover liderança no feminino

Segundo a consultora Catalyst, das 500 empresas presentes no ranking da revista Fortune, menos de 3% têm presidentes do sexo feminino. E apenas 13,5% dos cargos directivos estão na mão de mulheres. Para mudar este cenário, muitas empresas começam a rever as suas políticas de RH para reter o talento no feminino.

O facto é que as mulheres e os homens estão em pé de igualdade no momento da contratação, atingindo, nas organizações um número semelhante. No entanto, aos 35 anos, em média, as mulheres deixam o seu trabalho. As dificuldades em conciliar a vida profissional com a pessoal e as poucas perspectivas de evolução na carreira são os argumentos mais comuns. Com isto, as empresas acabam com um ambiente menos diversificado e perdem talento.

Exemplo de uma política de RH que conseguiu reverter esta situação é a da Ernst & Young Terco, no Brasil. Um programa que permite às jovens mães trabalharem apenas meia jornada no primeiro ano de vida das crianças e que inclui aconselhamento e coaching para atingirem postos de liderança fez a diferença. De 702 colaboradoras, em 2007, passaram para 1472 este ano. O número de sócios do sexo feminino também aumentou de 5 para 13.

Também o Santander Totta, em Portugal, tem uma política direccionada para a família (ver notícia relacionada).

Notícia relacionada: Get Together no Santander Totta

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