Portais de emprego são primeira escolha dos jovens para procurar trabalho

Guia para estudar no estrangeiroPara conseguir emprego, 74% dos entrevistados confirma recorrer primeiro aos portais de emprego na Internet quando inicia a sua pesquisa, mostra um estudo da rede de universidades Universia e da comunidade laboral Trabalhando.com.

O 1.º inquérito de Emprego de 2014, um estudo realizado com o objectivo de conhecer as opiniões dos universitários em relação à temática dos canais de recrutamento, mostra que, por outro lado, 10% recorre à bolsa de emprego da sua universidade e 9% aos amigos. Já os jornais têm uma expressão de apenas 4% na procura de emprego.

Os meios digitais são privilegiados pelos inquiridos, com 27% destes a revelar que encontrou, de facto, emprego através de portais de emprego na Internet. Já 26% afirma ter encontrado emprego através da recomendação de amigos e familiares e 14% dos inquiridos diz ter conseguido emprego através da bolsa de emprego da sua universidade.

Quanto à concretização da procura de emprego, o estudo revela que apenas 2% dos inquiridos encontrou emprego de forma tradicional, ou seja, mediante anúncio no jornal.

Nesta linha, à pergunta se as redes sociais irão substituir outras plataformas de procura de emprego, 59% dos participantes responde que sim, destacando os factores: a rapidez da comunicação (48%), a presença de empresas em redes sociais (39%), e ser uma rede usada por jovens (13%).

Embora a maioria dos jovens afirme receber orientação por parte da sua universidade, apenas 6% afirma ter colocado o seu CV nas oportunidades de emprego divulgadas por essa via. Por outro lado, 18% distribui o CV por diferentes portais de emprego e apenas 15% no LinkedIn. No entanto, a maioria dos participantes (55%) menciona que o envia exclusivamente para os anúncios a que se candidata.

Relativamente à actualização do CV, 46% dos inquiridos indica que o actualiza unicamente quando adquire novas experiências, como cursos ou novas funções, enquanto 37% o faz quando decide procurar um novo emprego.

Do estudo, realizado em 10 países (Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Espanha, México, Peru, Portugal, Porto Rico e Uruguai), participaram 6698 pessoas. Entre os inquiridos surge igual relevância masculina (50%) e feminina (50%). Quanto à idade, cerca de 53% tem menos de 26 anos, e 47% tem mais de 27 anos. O perfil da maioria dos entrevistados (40%) é universitário, seguido de 21% que indica estar matriculado no ensino superior.

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